A poesia e a literatura como nosso lugar de encontro, para desacelerar, olhar para dentro e ampliar a visão de mundo.

| HISTÓRIA |
Nos momentos mais difíceis, comecei a morar nos livros, mas eles tinham janelas por onde eu olhava um mundo muito maior do que eu e o quarto que dividia com as minhas irmãs.

Numa casa simples do interior paulista, tive meu primeiro contato com a literatura antes de saber ler, pelas histórias contadas por minha tia Manuela e minha avó Júlia. A partir da quinta série, comecei a frequentar a biblioteca da escola, e a escrever meus primeiros poemas e contos, entre os 12 e 15 anos, nos cadernos escolares.
Passei a morar nos livros e até a me esconder neles, na fase mais difícil da minha adolescência. Mas os livros também tinham janelas por onde eu olhava um mundo muito maior do que eu e o quarto que dividia com as minhas duas irmãs. E a poesia era como um pássaro pousado ali, me convidando para voar.
Tive meus primeiros[…]
| ESCRITA |
Comecei a escrever como uma necessidade íntima de me expressar.
Acho que quase todo escritor começa a assim. Mas a literatura, como todo pássaro, não quis ficar presa dentro de mim – ela bateu asas para sobrevoar o mundo, chegar aos leitores. A minha experiência íntima com a linguagem virou arte, uma forma de provocar sensações, de representar realidades diferentes. Não quero escrever só sobre mim, me interessa muito escrever sobre o outro.
Gosto muito de uns versos de Drummond que dizem: “o tempo é minha matéria: o tempo presente, os homens presentes, a vida presente”. Esse poema se chama “Mãos dadas” e traduz bem o que eu desejo com a minha escrita: dar a mão às pessoas com quem compartilho esse mundo, esse momento histórico, para que, através da literatura, a gente possa refletir sobre ele, sobre suas questões complexas e quem sabe, se transformar.


| SERVIÇOS |
Palestras e participações em eventos
Se você está organizando uma festa literária, um evento artístico ou na área de educação, escritores podem ser um grande diferencial. Eles refletem e escrevem sobre temas variados, que impactam pessoas em geral, não apenas aquelas que gostam de literatura ou que trabalham com ela. Então, se você precisa de alguém que aborde temas da realidade contemporânea, como:
Eu posso te ajudar!
Agora, se o que você busca são atividades que levem poesia, literatura e arte de forma viva para o seu evento, posso te ajudar com experiências que já conduzo com muito cuidado: oficinas de expressão poética e a mediação de saraus e slams. Esses momentos não só criam um espaço de acolhimento, relaxamento e reflexão, como também transformam o evento em algo mais dinâmico, participativo e cheio de troca real entre quem está presente.
Quer me ouvir mais de perto?
Entre em contato comigo pelo e-mail liadassis@gmail.com e me conta mais sobre seu evento e como eu posso te ajudar.

| Mídia, prêmios, palestras |











Saiba mais (entrevista ocorre entre 14:18 e 25:35; 38:44 e 45:04)


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Palavras em trânsito
As palavras estão sempre em movimento, transitando entre o pensamento e o texto – e podem chegar aí, na sua casa. Que tal se achegar nesse espaço de troca de ideias, sentimentos e sensações?


Chega mais, que tenho um presente para você
Costumo dizer que a poesia é um texto que não foi feito para ficar preso na página, assim como passarinho não foi feito para ficar em gaiola. Os versos querem sair do livro, ganhar a voz, o corpo. Pensando nisso, surgiu o primeiro poema de Nem asas pelos ares, que diz: “versos foram feitos pra dançar”.
Então, quando decidi que era hora de tirar esse livro da gaveta e mostrar para o mundo, tive um delírio artístico: me vi em um palco, encenando meus poemas. Contei essa ideia para o ator e diretor Adilson Azevedo, e ele topou entrar comigo nessa aventura artística. Durante 6 meses, fizemos laboratórios de interpretação com os textos do livro; selecionei 8 deles para compor o “poema em movimento”, que foi como definimos essa experiência cênico-poética.
Nem asas pelos ares foi lançado com apresentação teatral no Centro Cultural Casa do Lago (UNICAMP) em novembro de 2017, seguido por outras apresentações na capital e no interior paulista, até o 1o semestre de 2018.
Se a vida não nos dá asas, a poesia é o voo possível, uma dança com palavras. Quer dançar comigo através desses versos? Inscreva-se abaixo para receber gratuitamente poemas desse livro.